Escuta: eu te deixo ser, deixa-me ser então
quarta-feira, 19 de junho de 2013
quarta-feira, 1 de maio de 2013
domingo, 16 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
E quais são as palavras perfeitas que te façam ir comigo e me levem contigo
pr´aquela casa no campo?
Mas estamos tão cansados!
Estamos sempre tão calados!
Quem dera eu te explicasse o quão ausente estou em mim mesma!
Quisera os teus abraços e confessor meu medo do vazio onde tu não te encontras!
Mas ao contrário,
Eu choro!
E assustada,
Eu corro!
Nós estragamos tudo...
Quais são as ações corretas que acalmem nossos corações?
E quais são as palavras mágicas pra desatar o nó que me prendeu a ti?
Ele volta no ontem
Mas vive no amanhã
Ele deita na cama
Ele flutua no céu
Não há não
Não há sim
Há ele enganando o tempo
Provocando as estrelas
Sorrindo para a lua
Conceito é besteira
A certeza está na alma
A graça está na música
E o amor está nele
Enquanto corre de um lado para o outro
De um ano para o anterior
Enquanto muda
E muda novamente
E troca
E re-troca
Eu espero
Como a ......? wht?
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Penso que eu já não sei mais se estou no caminho certo, se tomei a decisão correta quando voltei atrás e literalmente corri para você, quando me deixou em frente a minha casa e eu chorei, ali na rua.
Tá tudo meio nebuloso dentro de mim, tudo emudecido. A culpa não é sua, não é de ninguém. Eu sempre confiei tanto em ti, e toda vez que entrava em uma das minhas crises, era nos seus braços que eu queria cair. E tantas vezes o fiz, não é? Quantas vezes chorei em seu ombro e você passava seus delicados dedos em meu rosto enxugando as lágrimas...
Eu sou pesada demais. Sinto que me arrasto pelas ruas, pelo chão da casa, pela escada, pela cama. De novo eu não sei qual caminho seguir. E você sempre me diz que isso passa... e sorri bonito, e olha fundo nos meus olhos, e me abraça...
Eu não sei como é sentir para os outros, eu não sei como é amar pra você.
Desde o início o nosso silêncio nos aproximou, desde aquele sábado a noite, aquele 2 de outubro, que eu penso em você diariamente. Que eu amo você a cada respirar, e que eu o desejo a cada segundo, mais do que a minha própria sanidade. Eu não quero a consciência, se for pra perceber que não há mais você.
E você vai rir, e me chamar de boba. Eu sou mais uma apaixonada que não entende sobre a vida. E apesar de tudo eu agradeço por ter conhecido esse sentimento.
E conhecido você e todos os vocês que compõem o seu ser. Ter aprendido essa grande lição sobre o tempo, você vive no ontem, no hoje, no amanhã.
Mas eu não quero a sanidade, eu abro mão da consciência, eu desisto da memória, eu fujo da realidade, se ela não tiver você.
A complexidade que eu acho que há dentro de mim, a profundidade de um abismo que você nega a existência....
sexta-feira, 15 de junho de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Em que nada sou, nada fui, nada serei
Retomo a estrada a lugar algum
Carregando o peso da existência de um sonho nulo
Um respirar incompleto
Exposto
Doente
E
Na cama vazia
A presença antiga
Do amor insano
A carência louca
De um peito aberto
Mas não há
Minha mente vaga
Meu corpo espasma
Até onde foi o poder da sua cura?
Na inocên
cia de um sorriso
No silêncio castigado
Buscando a certeza
Almejando o abrigo
Mas não há
E
Desacreditada
Incrédula
Os pés ancorados
Numa realidade crua.
Não há
Não há mais nada
Além disso
Isso...
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Os carros lá fora aguardam o semáforo mudar do vermelho para o verde
Outros dão sorte de o encontrarem aberto,
Podendo seguir adiante com seus planos
Sem os poucos segundos de espera.
Penso para onde vão os motoristas com tanta pressa
Quem dera eu ainda possuísse vontades
E principalmente o desejo para consegui-las
Não sou como o mendigo pedindo alimento
Nem a prostituta parada na esquina
Sou a passiva
A que se encontra na bolha que jamais estoura
E resmunga palavras que não interessam a ninguém
Quem dera eu fosse tão leve, que pudesse ser arrastada pelo vento
Sentar-me numa nuvem e adormecer
Mas posso ouvir tão nitidamente a voz da realidade
E mesmo de portas fechadas, tenho a sensação que alguém entrará.
Deito-me na cama para escrever mais uma inutilidade
E apesar de uma escrava da linguagem eu ser
Não sei nomear o sentimento que se apodera de mim
Observo as palavras se repetirem, e repetirem, e repetirem
Até perderem o sentido
Como caminhar em círculos.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Passaram-se emoções, pessoas, águas, músicas
Passaram-se semanas, meses, anos
Terminaram construções, iniciaram viagens
Criaram linguagens, fizeram silêncio
Amarraram cadarços, compraram bicicletas
Fotografaram luas
Guardaram pinturas
Renovaram o guarda-roupa, limparam o porão
Venderam a casa, trocaram o carro
Asfaltaram a rua
Envenenaram o cachorro
Quebraram a televisão
Passaram-se cores, discos, marés
Fecharam-se portas, abriram-se salões
Ampliaram-se florestas
Viraram-se páginas
Ensurdeceram ouvidos.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Permanecer no mesmo lugar por mais de 30 minutos
E conversar com a mesma pessoa, por quem sabe dois dias
Eu quis aparecer de frente pro sol
E me despir pouco a pouco
Sem nada a temer, e nada a julgar
Eu abri meus olhos
Quis ver o mundo e suas criaturas
Embriaguei-me de felicidade
Ausentei-me da realidade
segunda-feira, 26 de março de 2012
Na verdade eu nunca estive em lugar algum
Só uso palavras fáceis
Não escrevo contos
Nem cartas
Nem poemas
Não atendo o telefone
E nem componho canções
Me encontro aqui
Entre o não e o nunca
Entre a despedida e o para sempre
O ultimo palpitar do coração
O último piscar dos olhos
Não
Não
Não!
Eu não sou quem pensam quem sou!
Nem ao menos sei o que diabos faço aqui
Com ou sem ele
Tanto faz
Tanto fez
O chão despertou o meu sono
O colar despedaçou no mesmo instante em que o mundo virou nada
E o meu mundo girou ao contrário
E eu só envelheci
E queimei meus pés
E cerrei minhas mãos
Num ato desesperado por aquilo que me acalma
Mas não existe
Não existe
Não existe.
domingo, 18 de março de 2012
Talvez eu esteja perdendo o controle que eu eu nunca tive
Apenas sonhei...
Meu Deus, aonde estou?
Por mais clichê que esta seja
Me faça ver.
Caminhei pelas ruas da cidade
Era noite
e então virou dia
O sol alimenta tudo
Ela me disse.
O que é o amor?
Ele me perguntou, como se ainda não soubesse.
Não há respostas
Eu finalmente vejo
Apenas nos olhos delas há uma verdade
Meio mentira
Há o não
Há o amor.
Cadê?
O alcool não
Não
Ele não responde
Ele não me esquece
Enquanto eu o ignoro
Eu vivo
enquanto ele acha que sente
sábado, 28 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Pra tirar um sorriso dos seus lábios
Eu esqueço de mim
Pra ter forças e sair da cama pra te ver
Nem sei quem sou
Mas invento alguém que te agrade
Porque pela primeira vez
Eu tenho tanto a perder
Eu busco rimas tolas
E escrevo poemas que não são do meu estilo
Mesmo sabendo que você não lerá,
Me contento com a sua presença
Seja onde for
Eu caminho pelas ruas
Me perguntando até onde isso vai
Eu decido dar adeus
Eu planejo não sofrer
Mas a verdade é que ultrapassei a linha
E viciei na paz que só você me passa
E me determinei tão arduamente a te fazer feliz
Que eu não quero desistir...
Puxada por todos os lados
Dois Pés
Duas Mãos
Meus membros
Quase arrancados de meu corpo
Meus olhos traídos
Meu coração partido
Eu não sei em que estrada seguir
Sou minha pior inimiga
Enfio o dedo na ferida
Faço a ferida
Queimo a ferida
Se houver um tempo
Em que eu não boicote minhas próprias conquistas
Quem sabe eu serei feliz
Mas a dor faz parte de mim.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Fale palavrões.
GRITE
Destrua tudo.
Arranque seu próprio cabelo.
Despeje essa angústia toda.
Nade, nade, nade
Não há mais tempo
Então corra
Ajeite as prateleiras
e as bagunce novamente
Jogue tudo pro alto
Abrace quem te faz bem
Chute o chão
Desfaça a cama
Aperte o vidro
Faça doer
Sofra, sofra, sofra
Até não haver mais dor
E quem sabe
Encontre alguma esperança
No meio da tempestade
Só não desista novamente...
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
27/12/11 O Dia da Bicicleta
Eu quero ficar só.
Uma pequena retificação. Na verdade eu já estou só.
Naquela noite, justamente naquela noite, eu havia decidido parar com meus remédios. Confesso que meu intuito era beber, beber e beber. Não estava nos meus melhores dias, alias, quase nunca estive neles. Mas cheguei a pensar que trocar valium por alcool valia mais a pena. No entanto acabei trocando anti depressivos, pela esperança de um amor. O amor dele. Troquei uma droga por outra. Agora sofro de abstinência dupla. Mas é a falta dele que me mata.
Hoje estava assistindo a retrospectiva de 2011. Me perguntei aonde eu estava quando 60% daquilo tudo aconteceu. A resposta é: na cama. Na minha, na dele. Na minha nunca significava algo bom. Pois estava sozinha, em pânico, dopada de rivotril e valiun. Na dele, bem, quando eu estava com ele, eu até conseguia ver a luz no fim do túnel. Mas ainda assim, chorava antes de dormir, sem nem ao menos saber de onde vinha aquela agonia toda. Eu pensava estar feliz.
Foi no dia 2 de outubro a primeira vez que de fato conversamos. Estávamos ensaiando por vários e vários dias para fazer algo, mas foi apenas na noite do dia 2 que combinamos algo. Eu fiquei assistindo on line o Rock in Rio. Queria muito ver o show do Coldplay, então, no meio de uma música fui para a casa dele. Assistimos juntos quando tocou "Yellow", e depois vimos o clipe de "The Scientist". Quanta perfeição! Eu pensava. Eu sentia. Eu tremia. Havia esperado tanto por algo assim, mais forte que eu, e lá eu me encontrava. Com o cara mais incrível daqueles tempos. Conversamos e bebemos vinho, ele perguntava, eu respondia. Sempre fui tímida, e essa coisa de socialização não é muito o meu forte. Mas ele se esforçava tanto, que eu até consegui me 'soltar' um pouco. Não sei se pela bebida que ruborizava minha face, ou se pelo sorriso dele, que me encantava a cada instante. Eu me apaixonei desde a primeira vez, e não sei o que foi que ele sentiu. Se foi apenas minha suposta beleza, se foi minha pele macia, ou se foi apenas minha "meiguisse". Mas seja lá o que for, de alguma forma acabávamos sempre nos encontrando pelas ruas. Afinal, somos vizinhos. E por muitas e muitas noites dormi na casa dele. Ora seu colchão estava no centro do quarto, ora no canto, depois n´outro. Até que lá ele se estabilizou. Gostaria muito de falar sobre o quanto ele foi perfeito, sobre como foi lindo e espontâneo a primeira vez que ele me beijou em público, e como foi maravilhoso andar de mãos dadas com ele. Sempre fui apaixonada pelas pequenas coisas. Pequenas demonstrações de afeto. Carinhos. Com ele não tinha muito disso. Com ele não tem muito disso. Com ele sou eu quem ama mais. Ou talvez eu seja a única que ame. Tão pouco tempo, dirão alguns. Mas eu sempre fui assim... de me jogar naquilo que me faz bem. O problema é que hoje, dia 31/12/11. reveillon. Hoje nada me importa, hoje nada me faz feliz. Hoje sou tomada por nostalgia e dor. E saudade. Saudade. Saudade. Um dia ela ainda me derrotará.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Não mais cerrados
Meus olhos
Não mais vidrados
Eu te vejo
Limpidamente
Não escuto sua voz
Mas posso ouvir
O bater
Meus pés
Agora calçados
Meus dedos
Tocando o céu
Eu posso te amar
E tudo que sou
Ou nada que sou
É teu
Nossos corpos
Buscaram descanso
Nossas almas
Calaram-se ao encontrar
O imenso porto
Seguro
A saudade
Não mais desespero
A saudade
A saudade
A saudade
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Não se deixa respirar, não se deixa estar
A paz que não há mais no coração
O amor, que veio novamente atordoando todo o seu ser
As vezes é preciso lembrar da força que outrora você teve
E resgata-la, do fundo da alma
E seguir adiante, como tantas vezes o fez,
Sem nem ao menos notar
Mesmo sem querer, você continuar na estrada
A mudança é inevitável.
Eu sinto saudade
As vezes penso que é tudo que tenho pra dar
Saudade do que nem chegou a terminar
Saudade do que nem chegou se despedir
O tempo está passando e passando
E se tornando passado, antes mesmo de ser aproveitado
E já se tornou memória,
E já se perdeu na história
E é só.
Não há sorrisos na rua,
Não há mãos para dar
Não há abraço que me segure
Não há flor para cheirar
Não há corpo para amar
Não há luz mais por aqui
Não há passos no corredor
Não há chuveiro ligado
Não há música na vitrola
Não há cortina aberta
Não há porta aberta
Não há presença na cama
Não há.
Não há livro emprestado
Não há pernas cruzadas
Não há toalha sobre o lençol
Não há.
Não há camisa xadrez
Não há frutas na tigela
Não há mais nada.
Não há cores nas paredes
Não há conversas ao telefone
Não há mais ele
Não há mais nós.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Carta para ele
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Relato
terça-feira, 21 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
Cá estamos nós, meros seres humanos, meros aprendizes. Em uma vida, a única, quem sabe, ou apenas uma das tantas, mas quem é que tem as respostas que tanto necessitei? Algumas pessoas dizem sim, outras não, outras talvez. Por que é que eu ainda prefiro as respostas caladas as que de fato argumentam? Eu não sei quem sou, e tampouco sei a razão pela qual me sinto assim. Penso que desisti dos que correm. Penso que desisti de procurar por algo. Apenas espero. É tempo de aceitação, tempo de incoerência, tempo de incompreensão e solidão. Não há aqui nada que me faça sorrir por um dia. Eu simplesmente sento, diante desde computador e escrevo, como há meses não fazia. Não me importo em ver a vida passar. Como uma espectadora da minha própria arte... eu nem sei mais que parte de mim me faz viver. Mas continuo por essa estrada que me parece tão longa e tenebrosa, nesses dias que escondem o sol, e nesses sois que não iluminam meu corpo. Mudo por aqui, mudo por lá, levada pela maré, guiada pelo vento. Perdendo o chão sob meus pés e ainda assim não tocando o infinito. A abelha voa pelo mesmo quarto que eu me escondo. Meus cabelos crescem sem que eu note, meu coração esfria e só me dou conta quando paro de contar o tempo. Que alguém me impeça de me tornar a pessoa que sempre temi ser, mas eu não quero ser salva.
sexta-feira, 4 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
That's ok.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
as promessas
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
"I'll never look into your eyes again"
terça-feira, 13 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
A ficha caiu
A verdade veio a tona
Coisas que eu escondi de mim mesma...
Acontecimentos que minha mente insistia em não lembrar.
Está tudo claro como nunca esteve.
Sinto a saudade sugar todas as minhas forças.
E eu choro... como há tempos não faço.
Eu sinto...
Minhas lágrimas não se comparam a água que percorreu teu pulmão
E minha respiração acelerada, ela não pôde te dar ar.
Meu coração, fraco demais pra manter o teu batendo.
E eu sinto... que as vezes não sinto nada.
Em meio ao mar, as ondas bateram incessantemente
Em uma dia primeiro, de um tal ano recente.
A areia movediça sugando tudo a sua volta
E meu corpo... frio demais pra lhe aquecer.
Minhas lágrimas não se comparam a água que percorreu teu pulmão
E minha respiração acelerada, ela não pôde te dar ar.
De que me basta um coração batendo,
Se eu sinto... que as vezes não sinto nada?
“‘Alcançar a Lua”, ele me disse.
Amanheceu, seguido pela sua partida
Enquanto eu dormia o sono da saudade.
Foi a terceira vez.
Quando embriagada, ainda grito por um nome
É tudo e só, o que as vezes eu desejo.
Calada, com um rosa na mão
Na esperança de que entenda, que pra tudo há um motivo
Mas não pra mim.
Minhas lágrimas não se comparam a água que percorreu teu pulmão
E minha respiração acelerada, ela não pôde te dar ar.
As palavras não revelam as verdades que eu quero lhe dizer