segunda-feira, 12 de abril de 2010

Sol inesperado
Vento levando tudo que há
Solidão não é carência
E carência não é solidão
Ambas podem coexistir
Porém não saciadas simultaneamente
A vida acontece aqui e agora
Aproveitando ou não
Um rio a correr
Uma pedra inquebrável
O mar ondeando na areia
A planta crescendo
A eterna briga entre o Sol e Lua
A noite e o dia
O tic tac do relógio
O piscar dos olhos
Levantar de manhã
Fazer o café e ir trabalhar
Não é sinal de esperança
E sim de descrença
Frieza
Um minuto por segundo.



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