sábado, 30 de janeiro de 2010

Não há nada que eu diga, ou que eu faça.
Não importa a altura que eu grito
O quanto eu soluço chorando
Os erros que eu cometo
As bocas que eu beijo
Não importa o quanto eu exagero
O quanto eu corro
As horas que eu passo deitada
Os segundos tentando ficar sem ar
Não importa se eu odeio o mar
Se eu chuto as paredes do quarto
Não importa o quanto eu quero
O quanto eu lembro
O quanto eu me arrependo
Não importa os perigos que eu corro
O medo que eu sinto
A saudade que me mata aos poucos
Não importa...
Não há nada que eu faça, ou diga
Eu ainda estou aqui, mas você se foi...




Quase um mês. O mês mais longo que eu já passei, sem dúvidas.

Nenhum comentário: